NGOMA é uma exposição que tem o tambor como fio condutor — símbolo de resistência, fé e transformação. Realizada entre 24 de abril e 23 de maio, atravessando o mês da abolição da escravatura, convida à reflexão sobre os apagamentos históricos e o resgate da memória afro-brasileira.
Com fotografias, vídeos e instalações, a mostra percorre três pilares da cultura afro-brasileira — Candomblé, Capoeira e Congado — onde o tambor une e tece expressões de fé, ancestralidade e resistência.
A exposição reuniu os artistas Letícia Salviano, Rômulo Corrêa e Marcelo Martins, sob curadoria de Letícia Salviano e organização de Júnio Santos, Faber Barbosa e Eduardo Araújo.
Ngoma é uma celebração da cultura afro-brasileira e um convite para que Divinópolis se reconecte com suas raízes e valorize sua diversidade cultural.
NGOMA – O TAMBOR foi a segunda exposição que organizei e também participei como artista. Fazer cultura no interior é ser “faz de tudo” — e NGOMA nasceu desse impulso de criar as oportunidades que desejo viver. Idealizei o conceito, a identidade visual e os textos curatoriais, e me emocionei ao ver o Congado de Moçambique ocupando o museu na inauguração. A mostra, com fotografias, vídeos e instalações sobre Candomblé, Capoeira e Congado, une fé, resistência e memória coletiva — realizando meu desejo de entregar a Divinópolis uma exposição com cara de grandes museus.





